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SwáSthya Yôga
Artigos 05/05/2008
Vitalidade, Energia e Administração do Stress

No yôga antigo, o SwáSthya, o praticante trava contato com milhares de técnicas que estão dispostas em oito grupos: linguagem gestual, retribuição de energia, técnicas de vocalização de sons e ultra-sons, respiratórios, procedimentos orgânicos, relaxamento e meditação. Mais informações você encontra no livro Tratado de Yôga, DeRose, Editora Nobel.

Este conjunto de práticas, ao contrário do que o público leigo pensa, visa proporcionar força, poder e energia. Apenas um destes feixes de técnicas é dedicado ao relaxamento, no entanto, devido a nossa enorme eficiência nessa área o público em geral associa yôga a relaxamento.

Podemos conceituar stress como a falta de energia para suplantar os desafios de nossa vida moderna. Veja o quadro abaixo:

No cenário 1, do quadro acima, temos uma pessoa com dificuldade de administrar o stress, afinal seu nível de energia é menor do que o desafio requer. Depois de algum tempo de prática, a pessoa incrementa sua bioenergia e alcança um patamar superior de vitalidade, representado pelo cenário 2.

Conclusão, foi o acréscimo energético que propiciou administrar os desafios com bem-estar, e vivenciar seu dia-a-dia com muito mais facilidade e poder de realização. O desafio não sumiu, a pessoa não precisou se mudar para as montanhas e se isolar da sociedade para resolver seu stress, bastou aumentar seu potencial energético. Esta é provavelmente uma das maiores razões para os praticantes e instrutores de SwáSthya serem pessoas realizadoras e extremamente ativas.

Podemos ainda dividir o stress em 3 tipos:
- físico
- emocional
- mental

Em todos os casos o aumento da energia interna irá contribuir para uma vida com mais qualidade. Isso ocorre de diversas formas.

No âmbito físico denso, o praticante trava contato com inúmeras técnicas orgânicas que propiciam alongamento, flexibilidade, consciência corporal e tônus muscular. Além dos respiratórios que promovem uma expansão da bioenergia.

Já no setor emocional, possuímos um arsenal de técnicas que promovem uma verdadeira reprogramação emocional, tema que será apresentado em um futuro texto. Normalmente as principais técnicas que atuam nesse âmbito são: relaxamento e respiratórios.

Por último temos nossa mente, e através de técnicas de abstração dos sentidos, concentração e meditação alcançamos uma diminuição das instabilidades da consciência o que leva a uma mente mais sadia e focada.

É notável o incremento de vitalidade e energia do praticante nos primeiros meses. Passada essa primeira fase, a pessoa continua a aumentar seu potencial energético paulatinamente. O desenvolvimento no SwáSthya é saudável quando não percebemos picos de evolução. A natureza não dá saltos, portanto, uma boa dose de paciência é importante, afinal nosso corpo precisa assimilar todo este reforço de nossa estrutura biológica, preparando o corpo, o emocional e a mente para os consideráveis avanços evolutivos que acontecem nas fases mais avançadas de nosso método.

Gustavo  Oliveira
Diretor Geral da Uni-Yôga Vila Mariana
(11) 3589-7227
vilamariana.sp@uni-yoga.org.br
Instrutor de SwáSthya Yôga formado pela Universidade de Yôga
com curso de extensão pela Faculdade Belas Artes-SP e 
Universidade Estácio de Sá-SC

 

 

 
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